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O Assunto do Momento

Morreu a paciente que entrou em coma após procedimento estético na clínica "Nice da Luz"; suspeita fica em prisão preventiva

Luanda, Angola - A cidadã angolana que se encontrava internada em estado de coma, depois de ter sido submetida a um procedimento estético numa clínica privada em Luanda, morreu por paragem cerebral, confirmaram as autoridades. O caso, que já era alvo de investigação criminal, ganhou novos contornos com a confirmação do óbito e a manutenção da prisão preventiva da principal suspeita. A informação foi confirmada pelo porta-voz da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), Intendente-chefe Quintino Ferreira, que revelou que a vítima permaneceu vários dias sob cuidados intensivos, mas acabou por não resistir às complicações decorrentes do procedimento. A mulher deixa quatro filhos e a sua morte volta a colocar no centro do debate a fiscalização das clínicas de estética e a segurança dos procedimentos considerados invasivos realizados no país. Na sequência do caso, o Juiz de Garantias determinou a prisão preventiva da responsável pela clínica, enquanto prosseguem as investigações p...

Identificado o segurança que perdeu a vida durante assalto ao BAI: chamava-se António Jamba Candieiro

Luanda, Angola - Foi identificado como António Jamba Candieiro o segurança que perdeu a vida durante o assalto ocorrido na manhã de quarta-feira, 8 de Julho, à agência do Banco Angolano de Investimentos (BAI), localizada na Cidadela Desportiva, em Luanda.

António Jamba Candieiro exercia funções de segurança e encontrava-se em serviço quando homens armados atacaram a agência bancária durante uma operação de transporte de valores. O profissional foi atingido por disparos e acabou por perder a vida, enquanto outro segurança ficou ferido e continua a receber assistência médica.

A morte de António Jamba Candieiro gerou uma onda de consternação nas redes sociais, onde familiares, amigos, colegas e cidadãos prestaram homenagens ao profissional, recordando a dedicação e o compromisso com que desempenhava as suas funções.

Durante vários anos, António trabalhou na protecção de pessoas e bens, desempenhando uma profissão marcada por elevados riscos e grande responsabilidade. Tal como muitos profissionais da área da segurança privada, enfrentava diariamente situações de perigo para garantir a segurança de patrimónios que lhe eram confiados.

A sua morte voltou a colocar em debate as condições de segurança enfrentadas pelos agentes que trabalham na vigilância de instituições financeiras, sobretudo durante operações de transporte de valores, consideradas das mais sensíveis no sector.

Entretanto, as autoridades prosseguem as investigações para localizar e deter os autores do assalto. O Banco BAI já manifestou profundo pesar pela perda do seu colaborador e solidarizou-se com a família da vítima, reafirmando a sua colaboração com os órgãos de investigação.

A família, amigos e colegas continuam a prestar as últimas homenagens a António Jamba Candieiro, cuja morte deixou um profundo sentimento de tristeza entre todos os que o conheceram.

Que mensagem gostaria de deixar à família de António Jamba Candieiro e a todos os profissionais de segurança que diariamente arriscam a vida para proteger os outros?

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