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O Assunto do Momento

Agente Prisional morre após disparos acidentais durante troca de turno no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca

Uma Agente Prisional de 3.ª Classe morreu e outro efectivo ficou ferido na sequência de um incidente ocorrido na manhã deste sábado, 4 de Julho, durante o acto de rendição das forças do serviço de piquete de 24 horas no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca, no município de Catete, província do Icolo e Bengo. De acordo com um comunicado da Delegação Provincial do Ministério do Interior no Icolo e Bengo, o incidente envolveu três Agentes Prisionais de 3.ª Classe. Segundo os dados preliminares, um dos efectivos procedia à manutenção do equipamento letal sob a sua responsabilidade, no momento da troca de turno, quando ocorreram disparos acidentais em rajada que atingiram dois colegas. As vítimas foram imediatamente socorridas e transportadas para o Hospital Municipal de Catete. Em consequência da gravidade dos ferimentos, a Agente Prisional de 3.ª Classe Priscila Paz não resistiu e acabou por falecer naquela unidade hospitalar. O outro Agente Prisional recebeu os primeiros cuidados...

Vai concorrer ao MININT? Saiba por que a PIR, a PGFA e a DIIP não são mencionadas pelo ministro

Desde que o Ministério do Interior (MININT) anunciou a abertura do concurso público, muitos candidatos têm questionado por que razão o ministro Manuel Homem menciona apenas a Polícia Nacional, o SIC, o Serviço Penitenciário, o Serviço de Migração e Estrangeiros e o Serviço de Proteção Civil e Bombeiros, sem fazer referência à Polícia de Intervenção Rápida (PIR), à Polícia de Guarda Fronteiras de Angola (PGFA) ou à Direção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP).

A explicação é simples: a PIR, a PGFA, a DIIP e outras unidades não são órgãos executivos independentes do Ministério do Interior. Todas fazem parte da estrutura da Polícia Nacional de Angola (PNA).

O Ministério do Interior é constituído por cinco órgãos executivos:

- Polícia Nacional de Angola (PNA);

- Serviço de Investigação Criminal (SIC);

- Serviço Penitenciário (SP);

- Serviço de Migração e Estrangeiros (SME);

- Serviço de Proteção Civil e Bombeiros (SPCB).

Já a Polícia Nacional integra vários ramos, direções e unidades especializadas, entre os quais:

- Polícia de Intervenção Rápida (PIR);

- Polícia de Guarda Fronteiras de Angola (PGFA);

- Unidade de Reação e Patrulhamento (URP);

- Unidade de Segurança Pessoal e de Entidades Protocolares (USPEP);

- Polícia Fiscal Aduaneira (PFA);

- Polícia de Segurança dos Objetos Estratégicos (PSOE);

- Unidade de Trânsito e Segurança Rodoviária (UTSER);

- Direção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP);

- Direção de Informações Policiais (DINFOP);

- Unidade da Polícia Aeroportuária;

- Ordem Pública.

Assim, quem concorrer para a Polícia Nacional de Angola não estará a candidatar-se diretamente para a PIR, PGFA, DIIP ou qualquer outra unidade específica. Após concluir o processo de recrutamento e a formação, o efectivo poderá ser colocado em qualquer uma destas direções, unidades ou especialidades, de acordo com as necessidades da corporação e os critérios definidos pela Polícia Nacional.

Por essa razão, durante a apresentação do concurso, o ministro do Interior refere apenas os órgãos executivos do MININT, e não as unidades que fazem parte da estrutura interna da Polícia Nacional. Essa distribuição ocorre posteriormente, após a conclusão da formação dos novos efectivos.

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