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O Assunto do Momento

França elimina a última seleção africana da Copa do Mundo 2026 e garante vaga nas meias-finais

Boston, Estados Unidos - A seleção da França garantiu, esta quinta-feira, a qualificação para as meias-finais da Copa do Mundo FIFA 2026, ao derrotar Marrocos por 2-0, eliminando assim a última representante africana ainda em competição. Os franceses assumiram o controlo da partida desde os minutos iniciais e abriram o marcador aos 28 minutos, através de Kylian Mbappé, que converteu com sucesso uma grande penalidade. Na segunda parte, o avançado francês voltou a fazer balançar as redes aos 60 minutos, ampliando a vantagem da sua equipa. Seis minutos depois, aos 66 minutos, Ousmane Dembélé confirmou o triunfo francês ao apontar o terceiro golo da partida, encerrando qualquer esperança de reação da formação marroquina. Apesar da eliminação, Marrocos voltou a protagonizar uma campanha de destaque, mantendo o bom nível competitivo demonstrado nas últimas grandes competições internacionais. A equipa africana procurava alcançar, pela primeira vez, uma presença nas meias-finais da edição de 2...

Depois da mulher em coma, surgem novas vítimas e denúncias contra a mesma clínica de estética


Luanda, Angola -  Cresce o número de pessoas que afirmam ter sido vítimas de alegados maus procedimentos realizados numa clínica de estética em Luanda. Depois da detenção da responsável pela unidade, na sequência do caso da paciente que permanece em estado crítico após um alegado procedimento de hidrolipo, novas denúncias continuam a chegar às autoridades e à comunicação social, aumentando as suspeitas em torno do funcionamento da clínica.

Segundo informações do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), quatro novos denunciantes, entre os quais um homem, apresentaram queixas contra a clínica, alegando terem sido submetidos a tratamentos inadequados que lhes provocaram complicações de saúde.

O caso ganhou maior repercussão depois de uma mulher ter entrado em estado de coma na sequência de um alegado procedimento estético realizado na referida unidade. A paciente continua internada numa unidade hospitalar, onde recebe cuidados intensivos, mantendo um estado de saúde considerado crítico.

Entretanto, uma nova cliente decidiu tornar pública a sua experiência. Em declarações ao Jornal Na Mira do Crime, a denunciante afirmou que desistiu da intervenção antes da cirurgia por desconfiar das condições em que o procedimento seria realizado e exige agora a devolução de 2.510.000 kwanzas, valor que diz ter pago antecipadamente à clínica.

Segundo o relato, a cidadã deslocou-se ao estabelecimento no dia 17 de Junho para uma avaliação, tendo sido atendida pela proprietária da clínica e por uma assistente. Durante a consulta, afirma ter recebido apenas informações superficiais sobre o procedimento, alegando ainda que os seus dados pessoais não foram devidamente recolhidos.

A denunciante conta que foi incentivada a efectuar imediatamente o pagamento para beneficiar de uma alegada campanha promocional. Inicialmente entregou 500 mil kwanzas, além de 10 mil kwanzas referentes à consulta. Dias depois, liquidou os restantes dois milhões de kwanzas, totalizando 2.510.000 kwanzas.

Posteriormente, foi chamada para realizar os alegados exames pré-operatórios. No entanto, afirma que o processo durou apenas alguns minutos e que apenas lhe foi recolhida uma amostra de sangue e medida a pressão arterial, sem que os resultados dos exames lhe fossem apresentados.

As suspeitas aumentaram quando recebeu orientações para o dia da intervenção. Segundo a cliente, foi aconselhada a comparecer bem alimentada, consumindo alimentos como funge ou massa com frango antes da cirurgia.

"Achei tudo muito estranho, porque sempre ouvi dizer que uma cirurgia exige jejum", afirmou.

Ainda de acordo com a denunciante, quando tentou obter esclarecimentos sobre os exames realizados, foi informada de que a clínica se encontrava encerrada por "motivos alheios".

As novas denúncias surgem numa altura em que as autoridades continuam a investigar o funcionamento da clínica e a eventual existência de outras vítimas. O caso reacendeu o debate sobre a fiscalização das clínicas de estética em Angola e a necessidade de maior controlo sobre procedimentos considerados invasivos.

As autoridades apelam a eventuais lesados para denunciarem situações semelhantes, de modo a contribuir para o esclarecimento dos factos e para o andamento das investigações.

Na sua opinião, as autoridades devem reforçar a fiscalização das clínicas de estética para evitar que casos semelhantes voltem a acontecer?

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