Cliente acusa advogada de se envolver com o seu ex-marido durante processo de divórcio
Lunda-Sul, Angola - Um alegado caso envolvendo uma advogada e uma antiga cliente está a gerar forte debate nas redes sociais, depois de surgirem acusações de que a profissional terá iniciado um relacionamento amoroso com o então marido da cliente durante o processo de divórcio que lhe foi confiado.
Segundo uma publicação divulgada por uma fonte identificada como Weza Rocha, a mulher terá contratado a advogada para acompanhar juridicamente o seu processo de divórcio, por manter com ela uma relação de amizade e confiança construída ao longo do tempo.
De acordo com a mesma versão, após tomar conhecimento do processo de separação, a advogada terá desenvolvido uma relação de proximidade com o marido da cliente. Ainda segundo a publicação, antes mesmo da conclusão do processo judicial, ambos já mantinham um relacionamento amoroso e actualmente assumem-se publicamente como companheiros.
A situação terá provocado indignação por parte da antiga cliente, que considera ter existido uma quebra da confiança depositada na profissional, além de alegar falta de ética e de respeito no exercício da advocacia.
A publicação refere ainda que a advogada é apontada como candidata a membro do Conselho Consultivo, circunstância que intensificou o debate nas redes sociais, onde vários internautas questionam se a alegada conduta será compatível com os princípios éticos e deontológicos exigidos à profissão.
Até ao momento, o Baconguinho News não conseguiu obter a versão da advogada visada nem do homem referido na publicação. Também não há informação pública que indique a existência de qualquer processo disciplinar relacionado com este caso.
Importa salientar que as informações acima descritas têm por base alegações divulgadas nas redes sociais e por uma fonte identificada na publicação. Assim, os factos carecem de confirmação independente e as pessoas mencionadas mantêm o direito ao contraditório e à presunção de boa-fé.
Pergunta aos leitores: Na sua opinião, caso estas alegações venham a ser confirmadas, considera que uma situação desta natureza pode levantar questões de ética e deontologia profissional na advocacia?

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