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O Assunto do Momento

Agente Prisional morre após disparos acidentais durante troca de turno no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca

Uma Agente Prisional de 3.ª Classe morreu e outro efectivo ficou ferido na sequência de um incidente ocorrido na manhã deste sábado, 4 de Julho, durante o acto de rendição das forças do serviço de piquete de 24 horas no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca, no município de Catete, província do Icolo e Bengo. De acordo com um comunicado da Delegação Provincial do Ministério do Interior no Icolo e Bengo, o incidente envolveu três Agentes Prisionais de 3.ª Classe. Segundo os dados preliminares, um dos efectivos procedia à manutenção do equipamento letal sob a sua responsabilidade, no momento da troca de turno, quando ocorreram disparos acidentais em rajada que atingiram dois colegas. As vítimas foram imediatamente socorridas e transportadas para o Hospital Municipal de Catete. Em consequência da gravidade dos ferimentos, a Agente Prisional de 3.ª Classe Priscila Paz não resistiu e acabou por falecer naquela unidade hospitalar. O outro Agente Prisional recebeu os primeiros cuidados...

Fingiu gravidez durante nove meses e tentou roubar um bebé para enganar o ex-marido, diz Polícia

Uma mulher de 33 anos foi detida pela Polícia Nacional, em Luanda, por suspeita de simular uma gravidez durante nove meses, tentar raptar um recém-nascido na Maternidade Lucrécia Paím e falsificar documentos para sustentar o esquema, alegadamente com o objetivo de obter dinheiro do ex-marido.

Segundo informações divulgadas pelo Novo Jornal, citando o porta-voz da Polícia Nacional em Luanda, Nestor Goubel, a suspeita informou ao ex-marido, no dia 1 de julho, que tinha dado à luz e solicitou dinheiro para fazer face às despesas do parto.

Desconfiado, o ex-marido recusou entregar qualquer quantia antes de conhecer o suposto filho. No dia seguinte, de acordo com a Polícia, a mulher dirigiu-se à Maternidade Lucrécia Paím usando uma barriga falsa e um cartão de consultas pré-natal alegadamente falsificado, com a intenção de retirar um recém-nascido da unidade hospitalar.

Ainda segundo a mesma fonte, a suspeita não conseguiu concretizar o alegado plano. Perante a insistência do ex-marido em ver o bebé, acabou por dizer que a criança tinha morrido.

O homem deslocou-se então ao hospital para tratar da documentação relacionada com o alegado óbito. No entanto, foi informado de que não existia qualquer recém-nascido com aqueles dados na morgue da instituição. A situação levou a direção clínica a solicitar o cartão de consultas pré-natal apresentado pela mulher.

Após a análise do documento, os responsáveis identificaram várias irregularidades. A suspeita foi submetida a exames físicos, que concluíram que não tinha dado à luz, confirmando, segundo as autoridades, que toda a gravidez havia sido simulada.

Perante as evidências, a direção da maternidade comunicou o caso à Polícia Nacional, que procedeu à detenção da mulher no mesmo dia.

Em declarações às autoridades, citadas pelo Novo Jornal, a suspeita confessou que nunca esteve grávida e afirmou que tudo fazia parte de um esquema para conseguir dinheiro do ex-marido.

A mulher deverá responder pelos crimes de falsa identidade e falsificação de documento, sendo o processo encaminhado às autoridades judiciais para os trâmites legais.

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