Avançar para o conteúdo principal

O Assunto do Momento

Agente Prisional morre após disparos acidentais durante troca de turno no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca

Uma Agente Prisional de 3.ª Classe morreu e outro efectivo ficou ferido na sequência de um incidente ocorrido na manhã deste sábado, 4 de Julho, durante o acto de rendição das forças do serviço de piquete de 24 horas no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca, no município de Catete, província do Icolo e Bengo. De acordo com um comunicado da Delegação Provincial do Ministério do Interior no Icolo e Bengo, o incidente envolveu três Agentes Prisionais de 3.ª Classe. Segundo os dados preliminares, um dos efectivos procedia à manutenção do equipamento letal sob a sua responsabilidade, no momento da troca de turno, quando ocorreram disparos acidentais em rajada que atingiram dois colegas. As vítimas foram imediatamente socorridas e transportadas para o Hospital Municipal de Catete. Em consequência da gravidade dos ferimentos, a Agente Prisional de 3.ª Classe Priscila Paz não resistiu e acabou por falecer naquela unidade hospitalar. O outro Agente Prisional recebeu os primeiros cuidados...

“Se fosse Sadio Mané a jogar nas ruas do Senegal diriam que é humilde, mas como é Gibelé dizem que é arruaceiro”, dispara jogador angolano contra críticos nas redes sociais.


O futebolista angolano Gilberto Gibelé voltou a estar no centro das atenções após responder publicamente às críticas relacionadas com a sua participação em jogos de futebol de rua, apesar de ser atleta profissional.

A reação do jogador surgiu nas redes sociais, onde alguns internautas questionaram a sua presença frequente em partidas informais disputadas nos bairros, poucos dias depois da sua transferência para o Wiliete Sport Clube de Benguela.

Sem esconder o descontentamento, Gibelé decidiu responder diretamente aos críticos, comparando a sua situação à de algumas estrelas do futebol africano que costumam manter contacto com as suas comunidades de origem.

“Se fosse Sadio Mané a jogar nas ruas do Senegal, poderiam dizer que é humilde, mas como é Gibelé, dizem que é arruaceiro. Vamos valorizar o que é nosso! Filho do povo!”, escreveu o atleta.

A publicação rapidamente tornou-se viral e gerou uma onda de reações nas redes sociais. Enquanto muitos utilizadores manifestaram apoio ao jogador, defendendo que o futebol de rua faz parte da identidade de vários atletas africanos, outros consideram que jogadores profissionais devem evitar ambientes que possam representar riscos físicos ou prejudicar a sua imagem.

As polémicas envolvendo Gibelé não são recentes. Durante a sua passagem pelo Petro de Luanda, o extremo já havia sido alvo de comentários semelhantes devido à sua ligação aos bairros e à sua participação em jogos informais com amigos e admiradores.

A discussão ganhou ainda mais destaque numa altura em que o jogador inicia uma nova etapa da carreira. A sua transferência para o Wiliete foi oficializada no passado dia 15 de Junho, surpreendendo alguns adeptos que acreditavam numa possível mudança para outro emblema do futebol nacional.

Apesar das críticas, muitos seguidores consideram que a declaração do atleta levanta uma questão importante sobre a forma como os angolanos valorizam os seus próprios talentos quando comparados a figuras internacionais.

Para os apoiantes de Gibelé, jogar futebol de rua não diminui a sua condição de profissional, mas demonstra proximidade com o povo e com as origens que marcaram a sua trajetória no desporto.

Com a nova temporada à porta, o jogador procura agora concentrar-se no desempenho dentro das quatro linhas e ajudar o Wiliete a atingir os seus objetivos competitivos.

👉 Concorda com Gibelé quando afirma que os angolanos valorizam mais exemplos estrangeiros do que os seus próprios atletas? Ou um jogador profissional deve evitar participar em jogos de rua? Deixe a sua opinião nos comentários.

Comentários