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Comunicado do BAI confirma ataque à agência da Cidadela; banco lamenta morte de segurança

Luanda, Angola - O Banco Angolano de Investimentos (BAI) confirmou, através de um comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira, 8 de Julho, a ocorrência de uma acção criminosa na sua agência da Cidadela Desportiva, em Luanda, incidente que provocou a morte de um funcionário dos serviços de segurança de uma empresa prestadora de serviços e deixou outro profissional ferido. No comunicado, o BAI lamenta profundamente a morte do segurança e apresenta sentidas condolências à família enlutada, assegurando que está igualmente a prestar apoio ao profissional ferido, bem como aos colaboradores da agência afectados pela ocorrência. Segundo informações preliminares recolhidas no local e ainda não confirmadas oficialmente pelas autoridades, os suspeitos deslocavam-se numa motorizada e usavam vestuário semelhante ao de trabalhadores de limpeza, estratégia que lhes terá permitido aproximar-se da agência bancária sem despertar suspeitas. Testemunhas relataram ainda que os criminosos terão aguardad...

Afinal, mulher encontrada morta com os filhos em tanque de água estava grávida; adolescente de 16 anos escapou e relatou o crime

Uma mulher grávida de seis meses, dois dos seus filhos e uma sobrinha perderam a vida durante uma invasão à sua residência no bairro Paraíso, município de Cacuaco, em Luanda. A única sobrevivente do grupo familiar é uma adolescente de 16 anos, que conseguiu escapar e relatou os momentos de terror vividos durante o ataque.

A vítima principal foi identificada como Teresa Afonso, de 27 anos de idade, que se encontrava grávida de seis meses. Também perderam a vida três menores com idades de 12, 9 e 6 anos. Os corpos das vítimas foram encontrados no interior de um tanque de água existente na residência, numa ocorrência que está a chocar moradores da zona e a gerar forte repercussão nas redes sociais.

Segundo informações recolhidas junto de familiares e testemunhas, o crime ocorreu na noite de domingo, 14 de Junho. A adolescente sobrevivente contou que, momentos antes da tragédia, saiu para comprar lâmpadas numa loja próxima, levando consigo os menores. Ao regressarem à residência, foram surpreendidos por indivíduos que alegadamente já se encontravam escondidos no interior da casa.

De acordo com o testemunho da jovem, um dos suspeitos terá ameaçado os presentes com uma arma branca, impedindo qualquer pedido de socorro. A adolescente afirma ter sido imobilizada e ameaçada, conseguindo posteriormente libertar-se após os invasores abandonarem o local durante a madrugada.

A sobrevivente relatou ainda que os suspeitos permaneceram várias horas dentro da residência antes de fugirem. Quando conseguiu procurar ajuda, as quatro vítimas já se encontravam sem vida.

Familiares acreditam que os autores do crime conheciam a rotina da casa e terão aproveitado um momento de vulnerabilidade para executar o plano. No entanto, esta informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades responsáveis pela investigação.

O caso continua a gerar revolta e consternação no bairro Paraíso, onde vizinhos e amigos descrevem Teresa Afonso como uma mulher trabalhadora e dedicada à família. Nas redes sociais, multiplicam-se as mensagens de condolências e os apelos para que os responsáveis sejam identificados e levados à justiça.

Até ao momento, as autoridades ainda não divulgaram um pronunciamento oficial detalhado sobre as circunstâncias da ocorrência, mantendo as investigações em curso.

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