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O Assunto do Momento

Agente Prisional morre após disparos acidentais durante troca de turno no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca

Uma Agente Prisional de 3.ª Classe morreu e outro efectivo ficou ferido na sequência de um incidente ocorrido na manhã deste sábado, 4 de Julho, durante o acto de rendição das forças do serviço de piquete de 24 horas no Estabelecimento Penitenciário de Calomboloca, no município de Catete, província do Icolo e Bengo. De acordo com um comunicado da Delegação Provincial do Ministério do Interior no Icolo e Bengo, o incidente envolveu três Agentes Prisionais de 3.ª Classe. Segundo os dados preliminares, um dos efectivos procedia à manutenção do equipamento letal sob a sua responsabilidade, no momento da troca de turno, quando ocorreram disparos acidentais em rajada que atingiram dois colegas. As vítimas foram imediatamente socorridas e transportadas para o Hospital Municipal de Catete. Em consequência da gravidade dos ferimentos, a Agente Prisional de 3.ª Classe Priscila Paz não resistiu e acabou por falecer naquela unidade hospitalar. O outro Agente Prisional recebeu os primeiros cuidados...

MPLA SURPREENDE AO EXIBIR IMAGEM DE JÚ MARTINS EM REUNIÃO DO BUREAU POLÍTICO

Fotos que circulam nas redes sociais mostram uma imagem de Jú Martins em destaque durante a reunião do Bureau Político do MPLA, realizada nesta quarta-feira.

As imagens rapidamente começaram a gerar fortes debates nas plataformas digitais, sobretudo porque Jú Martins esteve recentemente envolvido numa polémica relacionada com o vazamento de vários supostos vídeos íntimos, caso que teve grande repercussão nas redes sociais angolanas.

Muitos internautas afirmam ter esperado um posicionamento mais rígido por parte das entidades superiores do Estado, incluindo o João Lourenço, diante da polémica que envolveu o responsável.

Entretanto, as imagens agora divulgadas mostram Jú Martins aparentemente a continuar a exercer normalmente as suas funções, facto que tem alimentado ainda mais comentários e questionamentos nas redes sociais.

Enquanto alguns utilizadores defendem que a vida privada não deve interferir no exercício das funções públicas, outros entendem que a dimensão da polémica justificaria alguma medida institucional ou pronunciamento oficial.

Até ao momento, o MPLA não comentou publicamente as reacções que as imagens têm provocado na internet.

As fotografias continuam amplamente partilhadas e discutidas nas plataformas digitais, num debate que mistura política, moralidade, exposição pública e responsabilidade institucional.

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