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Comunicado do BAI confirma ataque à agência da Cidadela; banco lamenta morte de segurança

Luanda, Angola - O Banco Angolano de Investimentos (BAI) confirmou, através de um comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira, 8 de Julho, a ocorrência de uma acção criminosa na sua agência da Cidadela Desportiva, em Luanda, incidente que provocou a morte de um funcionário dos serviços de segurança de uma empresa prestadora de serviços e deixou outro profissional ferido. No comunicado, o BAI lamenta profundamente a morte do segurança e apresenta sentidas condolências à família enlutada, assegurando que está igualmente a prestar apoio ao profissional ferido, bem como aos colaboradores da agência afectados pela ocorrência. Segundo informações preliminares recolhidas no local e ainda não confirmadas oficialmente pelas autoridades, os suspeitos deslocavam-se numa motorizada e usavam vestuário semelhante ao de trabalhadores de limpeza, estratégia que lhes terá permitido aproximar-se da agência bancária sem despertar suspeitas. Testemunhas relataram ainda que os criminosos terão aguardad...

Higino Carneiro questiona recusa de quotas e diz nunca ter visto situação semelhante no MPLA


O político angolano Higino Carneiro manifestou publicamente o seu descontentamento com o processo preparatório do próximo congresso do MPLA, denunciando dificuldades enfrentadas por militantes para regularizar as quotas partidárias.

Numa publicação feita na sua página oficial do Facebook, o antigo ministro e antigo Primeiro Secretário do MPLA em várias províncias afirmou nunca ter testemunhado uma situação semelhante durante o período em que exerceu essas funções.

“Nunca observei, enquanto fui Primeiro Secretário do MPLA em várias províncias, o que agora se está a verificar. O Congresso deste ano fará história”, escreveu.

De acordo com Higino Carneiro, muitos militantes têm demonstrado vontade de regularizar quotas em atraso nos Comités de Acção do Partido, mas alegadamente enfrentam dificuldades para efetuar os pagamentos e obter os respetivos recibos comprovativos.

O político afirmou que, em várias províncias, municípios e comunas, os militantes são informados de que não existe autorização superior para emissão de recibos. Para ele, essa situação dificulta o apoio formal aos candidatos da preferência dos militantes.

Na mesma publicação, Higino Carneiro questionou o facto de o partido não aceitar a regularização das quotas, mesmo necessitando de receitas provenientes das contribuições estatutárias.

As declarações surgem numa altura de movimentações internas e preparação do próximo congresso do MPLA. Até ao momento, a direcção do partido não se pronunciou sobre o assunto.

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